Python regius – Pinstripe YellowBelly

Nome Comum:  Pitão Bola
Nome Cientifico:  Python regius
Apêndice CITES: IIB
Anexo portaria nº 86/2018: Sim

Fotografias meramente ilustrativas, poderão conhecer o stock de animais no nosso criador.

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REF: R22#02 Categorias: , , , Etiquetas: ,
Descrição

Habitat natural

 Esta espécie pode ser encontrada na África central e na África Ocidental, em países como Nigéria, Uganda, Libéria, Serra Leoa, Guiné, Ghana, Benin e Togo.

Aparência geral e tamanho

 A cabeça tem uma forma oval estreita, possui um pescoço estreito, um corpo robusto e uma cauda relativamente curta. Em cativeiro reproduz-se inúmeras colorações e padrões, como por exemplo: piebald, clown, pastel, yellowbelly, orange dream, etc.

Ao nascer medem entre os 20 e os 30cm. O tamanho médio de exemplares adultos é entre os 120 e 150cm. Geralmente as fêmeas são maiores que os machos.

Esperança média de vida

Em cativeiro a python regius pode ultrapassar os 20 anos.

Comportamento

 A Pitão bola é uma serpente tímida e de hábitos crepusculares, tendo a sua maior atividade ao pôr do sol/noite. Maioritáriamente de hábitos terrestres, também gostam de subir a árvores, tanto para se aquecerem como para caçar. Existe inclusive quem defenda que é uma espécie semi arboricula.

Temperamento

 Espécie tímida e calma, que geralmente enrolam-se em bola para proteger a cabeça, surgindo daí um dos nomes comuns, pitão bola. No entanto existem sempre exceções à regra, e existem exemplares agressivos. Mesmo um animal calmo, poderá morder quando se sente ameaçado, mas normalmente a dentada desta serpente não é grave. Como não é uma serpente venenosa, raramente necessitamos de cuidados médicos.

Terrário e Aquecimento

 Um terrário à prova de fugas, são serpentes muito fortes e facilmente levantam tampas e abrem portas mal fechadas.
Apesar de serem serpentes de hábitos maioritariamente terrestres, também gostam de desfrutar de longas horas em troncos e outros pontos elevados.
É indispensável um recipiente com água onde o animal consiga colocar-se no interior.
Uma fonte de aquecimento ligada a um termóstato é indispensável, a fonte de aquecimento deve estar totalmente protegida para que o nosso animal não se queime.
Esconderijos, um no lado quente e outro no lado frio, estes são indispensáveis, pois são serpentes muito tímidas e passam a maior parte do tempo no esconderijo. A falta destes poderá causar stress ao animal, e este parar de se alimentar, inclusive poderá causar doenças associadas ao stress.
limpeza do terrário deverá ser feita com um produto inofensivo para os répteis, para evitar mortes causadas por produtos tóxicos.

Dimensões do terrário:
Em relação às medidas dos terrários deverá ser sempre conforme o tamanho do animal. Ao colocarmos uma serpente bebé num terrário para um animal adulto, provavelmente irá sofrer de stress e parar de se alimentar.

Tamanho mínimo: 80comprimento x 50 profundidade x 50 altura
Tamanho recomendado: 100 comprimento x 50 profundidade x 50 altura

Relembramos que o terrário deverá ser sempre o maior possível, como o máximo de enriquecimento ambiental para o bem estar animal.

Temperatura

 O ciclo de temperatura diurna-nocturna, é muito importante para as serpentes.
Dia: Entre os 27ºC e os 32ºC no lado quente.
Noite: Entre os 25ºC e os 28ºC no lado quente.

Humidade

 Ideal por volta dos 60%, durante a muda de pele é importante uma ligeira
subida, por volta dos 70/80%, conseguindo-se facilmente ao borrifar o
terrário uma ou duas vezes por dia.

Iluminação

 Não necessita de nenhum tipo de iluminação, num entanto necessita do ciclo dia-noite, 12horas de luz e 12horas escuro.
Existe quem defenda que não necessitam de UVB e quem defenda a sua utilização, apresentando dados em que as mesmas se expõem durante o dia para captar raios UVA/UVB.
Não é obrigatório, mas se elas apreciam, porque não utilizar? Caso opte por usar recomendamos UVB 2.0.

Substrato

Utilize sempre um substrato que não seja tóxico ou perigoso para o seu animal.
Nós para esta espécie recomendamos papel ou chips de coco (Reptiblock), por ser um substrato fácil de controlar a humidade, seguro no caso de ingestão acidental, baixo em pó, controla os odores e tem elevada resistência a fungos.

Alimentação

A Pitão bola alimenta-se principalmente de roedores e aves. Nós defendemos a variedade na alimentação, no entanto no caso desta espécie poderá trazer problemas de preferência alimentar. Optamos então por alimentar com Ratazanas ou Ratos de Benin, sendo este ultimo o seu alimento preferencial e o mais benéfico, mas tambem mais difícil de encontrar no mercado.

Em relação ao tamanho do alimento, a melhor e mais fácil regra a seguir é a que o peso do alimento seja de 10 a 15% do peso da nossa Python.
Exemplo: a nossa Python pesa 1000g, então o peso do alimento será ente 100g e 150g.

Alimente sempre a sua pitão com pinça, pois falham muitos ataques, podendo mesmo atingir a nossa mão.

Ofereça sempre alimento morto, pois um rato vivo pode-se tornar muito violento e deixar a sua pitão neste estado.

Não manusear a serpente depois de comer. É recomendado deixar descansar entre 2 e 3 dias depois da refeição, para que a digestão siga o seu processo. Ao lhes manusear, corremos o risco que regurgitem o alimento, é muito desagradável e poderá trazer sérios problemas á nossa Python.

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